“A santidade introduz na sociedade uma semente que cura e transforma. É permeados pela vida dos sacramentos e pela oração que podemos penetrar no mistério mais íntimo da Palavra de Deus”
[Lembrou o Patriarca de Constantinopla Bartolomeu I]
Destaque:-
Somos aquilo que ouvimos. O coração do verdadeiro cristão é “uma biblioteca bíblica”. Na Bíblia, a Igreja ouve as declarações de amor do Amado. Era costume em alguns mosteiros o Abade perguntar aos monges após a meditação da Palavra: “O que comeste hoje?” A Bíblia é pão, é nutrição, alimento diário. A Palavra de Deus é inesgotável, não envelhece, é como a sarça ardente que não se consome, não passará. Eis a inesgotabilidade da Palavra de Deus. Os irmãos protestantes leem a Bíblia, os católicos falam da Bíblia. Precisamos ser a Igreja escriturística. Testemunho de um bispo na aula sinodal: “Obtive Licenciatura no Instituto Bíblico de Roma, mas foram os pobres que me abriram mais ao vigor da Palavra”. (D. Emmanuel Lafont, Guiana Francesa). Os seminaristas devem abordar a Bíblia como livro da vida e não como livro de estudo. A vivência do evangelho é mais eloqüente que tantas palavras. Cada cristão deve ter a sua Bíblia.
Dom Orlando Brandes (texto completo no post abaixo)
PENSAMENTOS BÍBLICOS
A Palavra de Deus não pode cair no chão, mas nos corações através do ouvido. A Palavra precisa de ouvintes e de anunciadores. Estes emprestam sua voz para que a Palavra seja ouvida e os ouvintes recorram ao silêncio para a escuta de Deus que fala e revela seu amor.
O ouvinte da Palavra, faz a experiência da “encarnação da Palavra. Grande é o poder da Palavra em nosso ser, a saber: ouvido de discípulo, coração de enamorado (arde o coração), língua de profeta, mão de samaritano, pés missionários. A Palavra transforma todo o nosso ser. Ela se faz carne em nossas pessoas.
A Igreja sempre venerou as Sagradas Escrituras do mesmo modo como fez com o Corpo do Senhor. Cristo vive e fala na Palavra. Quando se lêem as Escrituras, é Cristo que fala. Daí a necessidade de bons microfones, leitores preparados, boa acústica, boa comunicação.
A Palavra de Deus é uma palavra amiga, verdadeira, viva, eficaz, fecundante, transformante, informativa, formativa, apelativa, recriadora, eterna, salvadora, santificadora, reveladora. Esta Palavra Santa é inesgotável, permanente como a sarça ardente.
A Palavra protegida pelo “Não”. Não falsificar a Palavra, não acorrentar, não emudecer, não manipular, não silenciar, não ocultar, não ler mal, não ignorar, não prejudicar, não envelhecer, não deformar, não domesticar, não ajeitar, não ideologizar, não mudar, não dificultar o acesso à Palavra de Deus.
Bíblia, carta de amor é: Livro da vida. Livro da verdade. Livro da amizade. Livro da salvação. Não é livro morto. Não é livro velho. Não é livro apenas de estudos e consulta. Não é livro de curiosidades. Não é livro de brigas religiosas. Não é livro como outros livros.
A Igreja deve ouvir piamente, guardar santamente, expor fielmente a Palavra de Deus para que o mundo creia, acreditando espere e esperando ame. A Palavra ilumina as mentes, fortalece as vontades, inflama os corações no amor de Deus.
Precisamos ter familiaridade com as Escrituras Sagradas, apegarmo-nos a elas, pois tudo foi escrito para nossa instrução e esperança. A Palavra é sustentáculo da Igreja, alimento da alma, solidez da fé, fonte de vida espiritual.
Que a Palavra corra veloz (II Tess. 3,1), não seja acorrentada, chegue aos confins da terra e sobre os telhados. A “voz” da Palavra é a revelação. O “rosto” da Palavra é Jesus Cristo. A “casa” da Palavra é a Igreja. Os “pés” da Palavra são as missões e caminhos da missão.
O cristão é convocado a ouvir a Palavra. E também: compreender. Assimilar. Renunciar. Obedecer. Anunciar. Permanecer. Reescrever. Praticar. Dar fruto. Perseverar. Fazer o que diz a Palavra. Sim, a Palavra se fez livro, mas precisa fazer-se carne em nossa carne. Pronunciamos a Palavra com nossa vivência e boas obras, com nosso testemunho.
A Palavra é tão excelsa e alta como o céu infinito, e tão profunda como o abismo insondável. Ela é pão, luz, mel, leite, ouro, martelo, espada, chuva, carta, semente, colírio. Estes são símbolos que nos ajudam descobrir o tesouro inestimável da Palavra. O lugar da Palavra é nossa mão, nosso coração e nos pés para a missão.
Somos aquilo que ouvimos. O coração do verdadeiro cristão é “uma biblioteca bíblica”. Na Bíblia, a Igreja ouve as declarações de amor do Amado. Era costume em alguns mosteiros o Abade perguntar aos monges após a meditação da Palavra: “O que comeste hoje?” A Bíblia é pão, é nutrição, alimento diário. A Palavra de Deus é inesgotável, não envelhece, é como a sarça ardente que não se consome, não passará. Eis a inesgotabilidade da Palavra de Deus. Os irmãos protestantes leem a Bíblia, os católicos falam da Bíblia. Precisamos ser a Igreja escriturística. Testemunho de um bispo na aula sinodal: “Obtive Licenciatura no Instituto Bíblico de Roma, mas foram os pobres que me abriram mais ao vigor da Palavra”. (D. Emmanuel Lafont, Guiana Francesa). Os seminaristas devem abordar a Bíblia como livro da vida e não como livro de estudo. A vivência do evangelho é mais eloqüente que tantas palavras. Cada cristão deve ter a sua Bíblia.
[dom Orlando Brandes]
BENTO XVI EXPLICA PAPEL DOS PAIS NA VOCAÇÃO DOS FILHOS
Ajudando a descobrir o plano de amor de Deus
CASTEL GANDOLFO, domingo, 30 de agosto de 2009 (ZENIT.org).
O Papa explicou hoje como os pais preparam as vocações de seus filhos, ajudando-os a descobrir o plano de amor de Deus, com generosa dedicação. Ele o fez ao meio-dia de hoje no pátio da residência de Castel Gandolfo, por ocasião do Ângelus, no encontro semanal com os peregrinos.
“Quando os cônjuges se dedicam generosamente à educação dos filhos, guiando-os e orientando-os no descobrimento do plano de amor de Deus, preparam esse fértil terreno espiritual no qual florescem e amadurecem as vocações ao sacerdócio e à vida consagrada”. “Revela-se quão intimamente estão ligadas e se iluminam mutuamente o matrimônio e a virgindade, a partir de sua comum firmeza no amor esponsal de Cristo”, acrescentou.
Para indicar a importância da família na vocação de cada pessoa, Bento XVI destacou o exemplo de numerosas “autênticas famílias cristãs que acompanharam a vida de generosos sacerdotes e pastores da Igreja” ao longo da história. Concretamente referiu-se aos esposos beatos Luigi Beltrame Quattrocchi e Maria Corsini e às famílias dos santos Basílio Magno e Gregório Nacianceno.
O Santo Padre se deteve a explicar o exemplo de Santa Mônica, cuja festa celebrou-se nesta quinta-feira, e sua influência no caminho de santidade de seu filho Santo Agostinho. Para aquele que chegou a ser bispo de Hipona, Santa Mônica se converteu em “mais que mãe, a fonte de seu cristianismo”, e ele repetiu que sua mãe “o havia gerado duas vezes”, destacou o Papa.
Também se referiu à Exortação Apostólica de João Paulo II Familiaris consortio, afirmando que “este documento, além de ilustrar o valor do matrimônio e as funções da família, solicita aos esposos um particular compromisso no caminho de santidade, que, tirando graça e força do sacramento do matrimônio, acompanha-os ao longo de toda sua existência”.
Finalmente, o Papa tomou uma parte da oração do Ano Sacerdotal para pedir que, “por intercessão do Santo Cura d’Ars, as famílias cristãs se convertam em pequenas igrejas, nas quais todas as vocações e todos os carismas, dados pelo Espírito Santo, possam ser acolhidos e valorizados”.
Las cartas del difunto Edward Kennedy al Papa
«Santidad, siempre traté de ser un católico fiel, aunque mis debilidades me hicieron fallar»
RD/Agencias
Domingo, 30 de agosto 2009
EU:-
É o primeiro texto em língua espanhola que publico no blog. Espero não lhe cause, caro frequentador, nenhum desconforto. de todo modo, é bom saber que na esfera pública há homens preocupados também em manter o farol da fé aceso. Farol este que ilumina o caminho e serena mentes e corações inquietos por tantas vicissitudes e questionamentos dos tempos atuais. Oxalá, tenhamos homens nobres ocupando lugares públicos; homens cuja busca e luz seja sempre a do bem comum – expresso eloquentemente na vivência da caridade fraterna.
Una última sorpresa del fallecido senador Edward M. Kennedy: en el funeral anoche en Washington, el Cardenal Theodore E. McCarrick leyó extractos del intercambio epistolar entre el político y el Vaticano. Las cartas son en extremo reveladoras, tanto por la importancia para Kennedy de la fe y la iglesia Católica, como por la respuesta pastoral del pontífice, incluso a un político con quien la iglesia tuvo graves desacuerdos. “Poco antes de morir, el senador Kennedy escribió una conmovedora carta al Papa. Un par de semanas después, el Papa respondió con un paternal mensaje de preocupación por la enfermedad del senador y oraciones por su recuperación.
“Cito algunos párrafos de la carta de Ted Kennedy: 'Su Santidad, espero que al recibir esta carta goce de buena salud. Oro porque usted tenga todas las bendiciones de Dios al guiar a nuestra Iglesia e inspire al mundo en estos difíciles tiempos.
“Le escribo con profunda humildad para pedirle que rece por mi, ahora que mi salud declina. Se me diagnosticó cáncer en el cerebro hace más de un año y, aunque sigo en terapia, el mal está haciendo mella en mi. Tengo 77 años y me preparo para el siguiente pasaje de la vida.
Tuve la bendición de ser parte de una familia maravillosa, y mis padres, en particular mi madre, mantuvieron la fe católica en el centro de nuestras vidas. El regalo de la fe se ha mantenido, ha crecido y me ha dado alivio en las horas más oscuras. Se que he sido un hombre imperfecto, pero con la ayuda de mi fe he tratado de enderezar el camino.
“Quiero que sepa, su Santidad, que en los casi 50 años de servicio público, he dado lo mejor por abanderar los derechos de los pobres y abrir puertas de oportunidades económicas. He trabajado para recibir a los inmigrantes, combatir la discriminación y ampliar el acceso al cuidado médico y la educación.
Siempre traté de ser un católico fiel, Su Santidad, y aunque mis debilidades me hicieron fallar, nunca dejé de creer y respetar las enseñanzas fundamentales de mi fe. Rezo por las bendiciones de Dios para usted y nuestra Iglesia y agradecería mucho sus oraciones por mi”.
“Se Deus quiser me levar o faria sem o câncer mesmo, mas se ele quiser que eu fique, nem o câncer pode comigo”.
* * *
O vice-presidente voltou a dizer que está esperançoso na sua cura. Ele também agradeceu às orações: “Nós não vamos de forma alguma perder a esperança. Já falei isso, mas vou repetir. Se Deus quiser me levar, ele não precisa de câncer para isso. Agora, se ele não quiser que eu vá agora, não haverá câncer que me leve. Isso é um fato. Então vamos lutar. Eu não estou entregue. Estou entregue a quem sempre estive, às mãos de Deus.”
* * *
SOMOS TODOS CATEQUISTAS
Neste mês de agosto, o qual a Igreja reserva para celebrar, refletir e orar pelas vocações, é fundamental relembrar que todos temos a mesma tarefa diante de Deus: amar, independentemente de onde, como e quando fazemos isso; com isso, formamos um mundo mais justo, de paz e fraternidade entre todos.
É importante lembrar também que não somos eternos, e por isso temos que passar todo esse entendimento quando à nossa vocação do Amor independente de possíveis rumos que nossa vida leve, para as gerações futuras: os que estão crescendo no meio de nós e os muitos que estão por vir. Passar estes ensinamentos de Deus, enviados a nós por seu Filho amado, é uma tarefa que tem nome: catequizar.
Muito além da catequese formal, que insere a criança no corpo da Igreja, é de extrema importância a conscientização sobre responsabilidade de todos que convivem com aquele pequeno ser humano – pais, padrinhos, mestres, autoridades civis – em ensiná-lo a ser uma pessoa íntegra, que viva desde cedo em prol de um mundo melhor e mais pacífico.
Educar uma criança é a tarefa mais difícil e gratificante na qual pode se passar na face da Terra; para quem é pai e mãe, ela está mais intimamente ligada ao dia-a-dia. Quem se decide por ter um filho não está interferindo na própria vida, mas optando por gerar um novo ser humano que terá também a possibilidade de ajudar o mundo a progredir ou regredir no Amor.
Por que então criar os filhos de maneira relapsa e despretensiosa, achando que a criança já nasce com a capacidade de escolher seus caminhos – como vemos muitos pais fazendo hoje? Ao fazer todas as vontades dos filhos, estamos desde cedo os prendendo aos males do mundo. Quantas crianças não estão por aí já viciadas em compras? Elas não nasceram assim: pais, com preguiça de ensiná-las dia após dia o Amor verdadeiro, calam suas vontades com presentes de toda espécie.
Por outro lado, crianças que não são educadas por ninguém, e vivem nas lacunas das sociedades, esquecidas por todos, ignoradas pelos que as encontram, também encontram refúgio no mal, nas drogas e na violência como meio de sobreviver no cotidiano caótico do qual fazem parte.
Um convite: assumir todos a vocação de pais e mestres desses meninos que estão por aí, aprendendo para um dia tomar a dianteira do mundo; deixemos de catequizá-los para o senhor deste mundo, mas sim formarmos desde o princípio cidadãos conscientes de sua posição no mundo, que têm acima de tudo que amar, para, quando crescerem, colaborarem para um mundo melhor.
[Vinícius Lauriano Ferreira]
LER A ESCRITURA É CONVERSAR COM DEUS
A Revelação é a manifestação de Deus aos homens, de Si mesmo e de outras verdades necessárias para a salvação eterna. Essa Revelação está nas Sagradas Escrituras e na Tradição Apostólica, é o Depósito da Fé confiado por Nosso Senhor à sua Igreja. Dedicar-se ao estudo e à meditação da Palavra de Deus é aproximar-se de Deus, é abrir-se para a ação da graça, é permitir-se a efusão do Espírito Santo.
Ensina-nos São Jerônimo que “ignorar as Escrituras é ignorar Cristo”. E o santo doutor ainda nos questiona: “Como é possível viver sem o conhecimento das Escrituras, pelas quais se aprende a conhecer o próprio Cristo, que é a vida dos fiéis?” A Bíblia, instrumento “pelo qual Deus fala aos fiéis em cada dia, converte-se deste modo em estímulo e manancial da vida cristã para todas as situações e para todas as pessoas”, exorta-nos o papa Bento XVI, afirmando que “ler a Escritura é conversar com Deus” (Catequese de 7/12/2007).
“Feliz o homem que não procede conforme o conselho dos ímpios, não trilha o caminho dos pecadores, nem se assenta entre os escarnecedores. Feliz aquele que se compraz no serviço do Senhor e medita sua lei dia e noite. Ele é como a árvore plantada na margem das águas correntes: dá fruto na época própria, sua folhagem não murchará jamais. Tudo o que empreende, prospera” (Sl 1,1-3).
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
Olá, amigo internauta. Numa das minhas navegações virtuais, encontrei vários comentários sobre a viagem do papa à terra santa; as repercussões foram muito variadas e gostaria de partilhar um desses comentários com você. É certo que em todas as áreas do saber e da ação (mesmo política e social), os grupos expressam desavergonhadamente suas posições discordantes, o que não deixa de ser um ponto positivo. Vivemos falando da liberdade de expressão etc. Abaixo, o comentário retirado de um blog no portal do Estado de SP, não identificado, senão pelo que segue.
08.05.09 @ 11:14
Apesar das duras críticas, a igreja católica ainda é a única religião que pode ser observada principalmente por sua humildade. Humildade em assumir erros, enquanto outras se julgam infalíveis e defendem todos seus membros incondicionalmente. Humildade por tentar reunir e respeitar as diferentes crenças, enquanto outras sequer querem conversar entre si.
Alguns detalhes: O papa Bento XVI não é Deus na terra, ele sequer é santo (a menos que seja beatificado), não está aqui para ser "legal" ou popular. Lembro que ninguém é obrigado a seguir a igreja católica e seus preceitos.
Quanto a João Paulo II alguns detalhes do que ele fez: diálogo entre as religiões; o primeiro à ir a uma sinagoga e a uma mesquita; atuou para acordos entre o Chile e Argentina, mudanças na URSS; pediu perdão inúmeras vezes e reconheceu inúmeros erros da Igreja; poderia continuar prolongadamente... mas lembro que até na hora da morte ele demonstrou o total valor pela vida e que jamais devemos desistir dela até o último suspiro.
Vale lembrar o que já postei aqui: “O dia que me apontarem outra religião que faça tanto pela humanidade hoje, em silêncio e devoção como a católica, eu me calo!”. Procure por outros membros de Igrejas atuando na África, junto a índios em guerras ou na pobreza total. Leia com atenção quando há, por exemplo, um surto de ébola quem morre nele (sempre encontrará padres e freiras).
MISTURA DE HOMEM E CÃO É ALERTA CONTRA MANIPULAÇÃO GENÉTICA
A criação de clones e animais geneticamente modificados é um debate recorrente que gera dúvidas sobre quais seriam as implicações dessas práticas e das novas fronteiras da ciência. Uma história divulgada recentemente aumentou a polêmica ao informar que cientistas israelenses estariam examinando os restos do que parece ter sido uma 'mistura' entre um cão e um homem - o híbrido de um labrador com um ser humano. As informações são do site Live Science.
Lenda urbana ou não, a história conta que os restos foram encontrados por operários durante trabalhos nas fundações de uma residência. Ainda que geneticamente considerada impossível, conta-se que especialistas estão aguardando os resultados dos testes de DNA do achado, que devem sair no início do mês de setembro.
Um exemplo de como poderia vir a ser esta estranha mistura genética foi criada pela artista Patricia Piccinini. A escultura de Patrícia retrata um ser meio-mulher e meio-cão (ou porco), amamentando seus filhos - ou filhotes. A obra foi apresentada pela primeira vez em 2003 durante a exposição intitulada "We Are Family" (“Somos família”, na tradução do inglês).
A obra chamou a atenção do mundo depois que imagens dela foram divulgadas na internet para advertir sobre as consequências que a manipulação genética pode provocar. Muitas pessoas chegaram a acreditar que a foto seria de uma criatura real. [Redação Terra]
JUSTIÇA NEGA PROIBIÇÃO DE CRUCIFIXOS EM ÓRGÃOS PÚBLICOS
A juíza da 3ª Vara Cível Federal de São Paulo, Maria Lúcia Lencastre Ursaia, determinou que os símbolos religiosos (crucifixos, imagens, entre outros) poderão permanecer nos órgãos públicos. A decisão liminar da juíza indeferiu o pedido do Ministério Público Federal (MPF) para a retirada dos símbolos dos prédios públicos. A ação teve início com a representação do cidadão Daniel Sottomaior Pereira, que teria se sentido ofendido com a presença de um crucifixo num órgão público.
No pedido feito dia 31 de julho, o MPF entendeu que a foto do crucifixo apresentada pelo autor desrespeitava o princípio da laicidade do Estado, da liberdade de crença, da isonomia, bem como ao princípio da impessoabilidade da administração pública e imparcialidade do Poder Judiciário. Porém, a juíza entendeu que não ocorreram ofensas à liberdade de escolha de religião, de adesão ou não a qualquer seita religiosa nem à liberdade de culto e de organização religiosa, pois são garantias previstas na Constituição.
Para a magistrada, o Estado laico não deve ser entendido como uma instituição antireligiosa ou anticlerical. “O Estado laico foi a primeira organização política que garantiu a liberdade religiosa. A liberdade de crença, de culto e a tolerância religiosa foram aceitas graças ao Estado laico e não como oposição a ele. Assim sendo, a laicidade não pode se expressar na eliminação dos símbolos religiosos, mas na tolerância aos mesmos”, afirmou ela, na decisão.
Acréscimo...
Ainda hoje há os perseguidores de Cristo. Sequer na cruz lhe dão sossego. Tanto mais perseguido, maior a sensação de que a sua mensagem incomoda. E incomodando tem muito a dizer ao nosso tempo desacostumado a adorar o Deus verdadeiro e inclinado aos ídolos e a tantas outras formas de superstição e “fés”.
Vitória da razão contra o preconceito! Justiça decide que símbolos religiosos podem permanecer em prédios públicos. Derrota do ccc!
[Este post é um texto do Reinaldo Azevedo cujo blog está linkado na seção "outros sites" sugeridos ai ao lado direito da tela]
A Razão ganhou! O Comando de Caça ao Crucifixo perdeu! A Razão ganhou! O Comando de Caça aos Católicos perdeu! A Razão ganhou! A brutalidade do preconceito contra o cristianismo, disfarçado de laicismo, perdeu!
Ainda há juízes em São Paulo. Maria Lúcia Lencastre Ursala, da 3ª Vara Cível Federal de São Paulo, indeferiu pedido do Ministério Público Federal, que queria a retirada de símbolos religiosos dos prédios públicos — leia-se: de crucifixos e Bíblias.
Sabem o que escreveu a juíza?
1 - que é natural a presença de símbolos religiosos cristãos num país de formação cristã — isso pertence à nossa história;
2 - que, “sem qualquer ofensa à liberdade de crença, garantia constitucional, eis que, para os agnósticos, ou que professam crença diferenciada, aquele símbolo nada representa, assemelhando-se a um quadro ou escultura, adereços decorativos”;
3 - que estado laico não quer dizer estado anti-religioso. Dando uma pequena aula de lógica e de história à boçalidade do CCC, escreveu: “O Estado laico foi a primeira organização política que garantiu a liberdade religiosa. A liberdade de crença, de culto, e a tolerância religiosa foram aceitas graças ao Estado laico, e não como oposição a ele. Assim sendo, a laicidade não pode se expressar na eliminação dos símbolos religiosos, mas na tolerância aos mesmos.”
Que bom!
EU:
ouvi alguém dizer (depois o próprio Gilmar Mendes, Reinaldo Azevedo...) que daqui alguns dias vão pleitear tirar/destruir/trocar a imagem do Cristo Redentor no Rio de Janeiro (em nome da laicidade do Estado) e em seu lugar erigir um busto (ou estátua inteira) de René Descartes. Vamos aguardar!
Nós vos adoramos Senhor Jesus e vos bendizemos, porque pela vossa santa cruz remistes o mundo!
CRUZ: LOUCURA DO AMOR E SABEDORIA
Com efeito, a linguagem da cruz é loucura para aqueles que se perdem, mas para aqueles que se salvam, para nós, é poder de Deus. Pois está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e rejeitarei a inteligência dos inteligentes. Onde está o sábio? Onde o homem culto?Onde está o argumentador deste século? Deus não tornou louca a sabedoria deste século? Com efeito, visto que o mundo por meio da sabedoria não reconheceu a Deus na sabedoria de Deus, aprouve a Deus pela loucura da pregação salvar aqueles que crêem. Os judeus pedem sinais, e os gregos andam em busca de sabedoria; nós, porém, pregamos Cristo crucificado, que para os judeus, é escândalo, para os gentios é loucura; mas para aqueles que são chamados, tanto judeus como gregos, é Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus. Pois o que é loucura de Deus é mais sábio do que os homens, e o que é fraqueza de Deus é mais forte do que os homens. (1Cor, 1, 17-25)
TEMPO DE... PÓS-VISÃO
[as ciências são fundamentais ao progresso da humanidade, bem como nas melhorias da vida humana, mas... veja o que segue...]
Outra vez a natureza surpreende os “sábios e entendidos”.
Agosto é meados de estação. Venta, mas não chove.
O quê? Como? Não chove? (kkkkk)
Pois é. Está chovendo torrencialmente nestas plagas.
E vai, como dizia anteriomente, a natureza pondo os doutos em maus lençóis.
Com os avanços da tecnologia (em quase todo sentido!) esperamos que previsões e leituras que se fazem do mundo e do seu entorno sejam no mínimo aproximadas à realidade (real/sensorial/empírica).
Os sujeitos avessos aos progresso tecno-científico se sentem vingados quando é possível apenas constatar o que se passa sem, entretanto, dar-lhe explicações “pré”. Frases como “o encontro da massa polar com a frente fria provocou esse caminho de destruição” etc pouco acalenta a nossa avidez por desvendar os mistérios da vida.
Dizem-nos que no passado ano choveu menos que neste mês atual. Numa das cidades do oeste paulista, uma manhã de chuva excedeu a quantidade de chuva do outro ano em todo o mês de agosto.
Ai ai, que sono!!!
Com ou sem previsão ou agora, como diria?, pós-visão do tempo e da temperatura resta-nos andar precavidos para não ficar pósconfusos.
Ó homem, porque não nos aceitamos como criatura e com limites que em nada nos inferioriza, afinal somos da mesma constituição original... e tudo quanto hoje nos distingue (bens materiais e intelectuais) não nos garantirá na hora final, pois da vida só se leva a vida que vivemos.
No evangelho havia a constatação de Jesus: sabem ler os sinais do tempo (se chove ou não chove), mas são incapazes de percebes os sinais do tempo da Graça. Pelo visto, estamos ficando confusos, Senhor, está nessa habilidade mais sofisticada de prever os sinais meteorológicos.
Bem cantava o padre Zezinho, hoje,
quase ninguém tem tempo!
*
muitos são convidados, maspoucosescolhidos
(Evangelho de Jesus, segundo Mateus, capítulo 22, versículo 14)
Nessas palavras a certeza do convite que Deus faz à humanidade para segui-lo e servi-lo no amor. Também a estranha recusa de parte significativa dessa mesma humanidade. Vivemos agosto, mês vocacional. A referida advertência da palavra seja provocadora de novos questionamentos e respostas.
Renova, Senhor a face da terra. Enviando-nos o Espírito Santo, dá-nos a graça de responder ao teu chamado com convicção, coragem e a santa audácia de quem sabe que não será envergonhado nem abandonado por te seguir e servir. Amém
* * *
Olá, amigo/a internauta,
Meus dias andam cheios.
A “santa correria” me visitou e me impossibilitou de atualizar o blog com maior constância. De todo modo, os dias tem sido muito bons. A graça de Deus perpassa cada evento. Sinto e creio.
A semana nacional da família, por exemplo, na paróquia São Miguel Arcanjo (Piquerobi) está transcorrendo com muitas e boas alegrias e surpresas. A “instituição família” precisa ser defendida contra as ciladas do demônio que hoje em dia se manifesta com caras de modernidade e descomprometimentos.
Bom, por ora, é isso. Pretendo o quanto antes voltar ao ritmo natural da vida e assim manter o blog atualizado.
ILUMINA, ILUMINA [música do Pe. Zezinho scj]
1- Minha prece de pai / É que meus filhos sejam felizes. Minha prece de mãe/ É que meus filhos vivam em paz. Que eles achem os seus caminhos! / Amem e sejam amados! /Vivam iluminados!
2- Nossa prece de filhos / É prece de quem agradece. Nossa prece é de filhos que sentem / Orgulho dos pais. Que eles trilhem os teus caminhos! / Louvem e sejam louvados! / Sejam recompensados!
Ilumina, ilumina / Nossos pais, nossos filhos e filhas! Ilumina, ilumina / Cada passo das nossas famílias!
3- Minha prece, ó Senhor, / É também pelos meus familiares. Minha prece, ó Senhor, / É por quem tem um pouco de nós. Que eles achem os seus caminhos! / Amem e sejam amados! / Vivam iluminados!
4- Nossa prece, ó Senhor, / É também pelos nossos vizinhos, Por quem vive e trabalha e caminha, / Conosco, Senhor. Que eles achem os seus caminhos! / Amem e sejam amados! / Vivam iluminados!
para aprender a cantar, segue o vídeo:
É BOM TER FAMÍLIA
[música de Padre Antonio Maria]
1- É no campo da vida/ Que se esconde um tesouro/
Vale mais que o ouro/ Mais que a prata que brilha/
É presente de Deus/ É o céu já aqui/
O amor mora ali/ E se chama família.
Como é bom ter a minha família/ Como é bom/
Vale a pena vender tudo mais para poder comprar/
Esse campo que esconde um tesouro, que é puro dom/
Abaixo um vídeo com a música. Infelizmente, não encontrei nenhum com boa qualidade. Mas dá pra se ter uma ideai de como se canta.
FAMÍLIA: FÁBRICA DE SERES HUMANOS
“Família: é quem você escolhe pra viver; é quem você escolhe pra você; não precisa ter conta sanguínea: é preciso sempre um pouco mais de sintonia.” Assim canta Marcelo Falcão, do grupo O Rappa, na música “Não perca as crianças de vista”, tentando fazer uma despretenciosa definição de família. Pode-se perceber que ele a diz mais como questão de escolha do que de laços sanguíneos.
Quando Jesus disse: “Aquele que faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Mc 3,35), também deu a entender que a questão familiar como carne e sangue não é a principal, não tem a importância infalível e inalienável que muitos colocam. Mas também não deve ser deixada de lado, até porque a Sagrada Família é exemplo de união até hoje, e certamente José e Maria contribuíram bastante para Jesus ter sido quem foi.
A Igreja Católica reserva esta semana para ser a “da Família”, para que possam ocorrer debates sobre esta primeira célula de reunião dos indivíduos, esta que Deus nos deu, independente de seu tamanho, forma ou tradição. É óbvio que na vida temos também que ir angariando uma “família” de amigos - e fazemos isto naturalmente -, mas dizer que só esta basta é esquecer-se da parte mais importante da vida, no que se trata da formação do caráter da pessoa: a infância.
Montar uma família santa, amorosa e pacífica, tem as mesmas dificuldades de buscar uma vida assim: muitas lutas e desafios. Esse caminho passa obrigatoriamente por um bom casamento e uma educação dos filhos pautada na ética e no amor: função maior de uma família. É necessário então, que o pai assuma sua vocação de “força” e a mãe, de “jeito”: sem um desses atributos faltará algo para aquele adulto que surgirá naquele seio.
Podemos dizer, então, que criar uma família harmoniosa faz parte da vocação de amor do homem, e talvez more aí tantos problemas na nossa sociedade atual: sem uma família em sintonia, unida ou não pelo sangue, mas principalmente pela vontade de Deus, as crianças se perdem da nossa vista e acabam caindo nas armadilhas que o mundo tem.
[autor: Vinícius Lauriano Ferreira]
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Liturgia
XIX DOMINGO DO TEMPO COMUM
Leituras: 1Reis 19,4-8; Salmo 33; Efésios 4,30-5,2; João 6,41-51
“Caminhar na força da Eucaristia”
I.- A liturgia deste domingo nos mostra, mais uma vez, a preocupação de Deus em oferecer aos homens o “pão” da vida plena e definitiva. Por outro lado, convida os homens a prescindirem do orgulho e da auto-suficiência e a acolherem, com reconhecimento e gratidão, os dons de Deus.
II.- A primeira leitura mostra como Deus se preocupa em oferecer aos seus filhos o alimento que dá vida. No “pão cozido sobre pedras quentes” e na “bilha de água” com que Deus retempera as forças do profeta Elias, manifesta-se o Deus da bondade e do amor, cheio de solicitude para com os seus filhos, que anima os seus profetas e lhes dá a força para testemunhar, mesmo nos momentos de dificuldade e de desânimo.
III.- A segunda leitura mostra-nos as consequências da adesão a Jesus, o “pão” da vida… Quando alguém acolhe Jesus como o “pão” que desceu do céu, torna-se um Homem Novo, que renuncia à vida velha do egoísmo e do pecado e que passa a viver no caridade, a exemplo de Cristo.
IV.- O Evangelho apresenta Jesus como o “pão” vivo que desceu do céu para dar a vida ao mundo. Para que esse “pão” sacie definitivamente a fome de vida que reside no coração de cada homem ou mulher, é preciso “acreditar”, isto é, aderir a Jesus, acolher as suas propostas, aceitar o seu projeto, segui-lo no “sim” a Deus e no amor aos irmãos.
V.- ORAÇÃO:Espírito de docilidade ao Pai, reforça minha disposição para acolher os ensinamentos divinos e colocar-me, resolutamente, na busca do Ressuscitado.
VI.- Vivência: a Eucaristia é o Pão Vivo descido do céu pelo qual Deus nos alimenta e assim nos fortalece para o caminhar quotidiano. Quando dominar o casaço, lembremo-nos da experiência do profeta Elias: levantar, comer... andar! Obrigado, Senhor pela força que nos dá. Sem eucaristia nós não podemos viver. Sem eucaristia qualquer dificuldade da vida pode nos fazer sucumbir.
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HAJA O QUE HOUVER
[uma singela homenagem aos pais pelo seu dia]
Na Romênia , um homem dizia sempre a seu filho: -Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado.
Houve, nesta época um terremoto de intensidade muito grande, que quase alisou as construções lá existentes nesta época. Ele estava na estrada. Ao saber do ocorrido, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas que seu filho estava na escola. Foi imediatamente para lá. E a encontrou totalmente destruída. Não restou nenhuma parede de pé. Tomado de uma enorme tristeza ficou ali ouvindo a voz feliz de seu filho e sua promessa (não cumprida) “Haja o que houver, eu estarei sempre a seu lado”. Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição. A voz de seu filho e sua promessa não cumprida, o dilaceravam.
Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto que fazia diariamente segurando sua mãozinha. O portão (que não existia mais)... o corredor... Olhava o que sobrou das paredes, aquele rostinho confiante... Passava pela sala do 3º ano , virava o corredor e o olhava ao entrar. Até que resolveu fazer em cima dos escombros o mesmo trajeto. Portão... corredor... virou à direita e parou em frente ao que deveria ser a porta da sala. Nada! Apenas uma pilha de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe. Olhava tudo desolado. E continuava a ouvir sua promessa: “Haja o que houver, eu sempre estarei com você”. E ele não estava!
Começou a cavar com as mãos quando chegaram outros pais que, embora bem intencionados, e desolados, tentavam afastá-lo de lá dizendo: - Vá para casa. Não adianta, não sobrou ninguém. - Vá para casa. Ao que ele retrucava: - Você vai me ajudar? Mas ninguém o ajudava. Tanto que, pouco a pouco, todos se afastaram. Chegaram os policiais, que também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado ninguém com vida. Existiam outros locais com mais esperança. Mas este homem não esquecia sua promessa ao filho. A única coisa que dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era: - “Você vai me ajudar?”
Mas eles também o abandonavam. Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa... - Saia daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo? Você ainda vai por em risco a vida de pessoas que queiram te ajudar pois continuam havendo explosões e incêndios. Ele retrucava: - Você vai me ajudar? - Você esta cego pela dor não enxerga mais nada. Ou então é a raiva da desgraça. - Você vai me ajudar? Um a um todos se afastavam. Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos mas não se afastava dali.
5h... 10h... 12h... 22h... 24h... 30h...
Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto. Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho ouviu: - Pai... estou aqui! Feliz fazia mais força para abrir um vão maior e perguntou: - Você esta bem? - Estou. Mas com sede, fome e muito medo. - Tem mais alguém com você? - Sim, dos 36 da classe 14 estão comigo estamos presos em um vão entre dois pilares.
Estamos todos bem. Apenas conseguia ouvir seus gritos de alegria. - Pai , eu falei a eles: Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai irá nos achar. Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora... Haja o que houver, meu pai, estará sempre a meu lado. - Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco. - Não! Deixe eles saírem primeiro... Eu sei; que haja o que houver... Você estará me esperando!
ANIVERSÁRIO DO BLOG
No dia 5 de julho o blog completou TRÊS anos de existência.
Infelizmente, deixei passar a data sem mencioná-la. Mas, a “Frô de São José”, sempre atenta me lembrou e cobrou. Então, republico aquela que foi a mensagem inaugural deste espaço virtual de partilha de vida e de impressões sobre a vida e tantos outros assuntos. É por isso, tempo de celebração e de agradecimento. Obrigado a você que nos visita diariamente, de vez em quando, ocasionalmente, ou apenas hoje. Obrigado a você que se apresenta, diz o que pensa, mesmo quando discorda das coisas que aqui posto. Deus lhe pague por toda bondade.
Mais um espaço.
Não sei se me perco entre outros que ocupo, ou melhor, que tento ocupar.
Alegria deve ser a palavra, a atitude!
Alegrai-vos hoje e sempre.
Os motivos não são piadas, mas contentamento e vida.
Certeza. Pulsação de ternura. Fluxo de felicidade.
Tudo e tanto.
É isso aí, concordo com Eclesiastes, "tudo tem seu tempo" (Ecl 3,1).
Vou vivendo e optando nos dias de vida que ainda tenho.
Não penso na morte, mas sei que ela não me amedronta.
Pelo menos, não ainda.
Pela vida, sempre!
pax
[originalmente publicado aos 5 de julho de 2006 às 8h37min]
“Deus não mexe numa história se não for pra deixá-la mais santa, mais bonita, mais feliz!”
[Adriana]
NASCEMOS PARA FAZER UM MUNDO MELHOR
Neste mês de agosto a Igreja Católica do Brasil celebra o Mês das Vocações, que pretende lembrar que ninguém veio a esse mundo à toa: todos compartilhamos a mesma vocação, que alcançamos de diferentes formas, dependendo dos rumos que nossa vida tomar: a vocação de amar, e com esse amor produzir um mundo melhor, mais pacífico e justo. É claro que compartilhamos o desejo de viver num lugar assim, mas muitas vezes nos esquecemos como somos o instrumento que está faltando para que isto se torne realidade.
Abraçar sua vocação é encontrar o meio pelo qual irá se colaborar na instalação da paz: seja pastoreando o povo na vida dedicada à Igreja, seja formando uma família e educando os filhos da maneira correta e vivendo em paz com a(o) esposa(o), e também no trabalho que cada um escolheu (ou não) desempenhar: quem trabalha para o governo, por um lado, precisa urgentemente ouvir o chamado de sua vocação para o amor, pois destes homens e mulheres dependem a dignidade de muitos; e por outro, os que atuam na iniciativa privada, que num mundo cada vez mais liberalista como o nosso, tem visto seu papel na sociedade crescendo, e tem o dever de assumi-lo.
Tendo essa consciência de que todos compartilhamos do mesmo chamado a amar, que parte do próprio Deus que nos criou à sua imagem e semelhança, fica mais fácil descobrir onde e como devemos desempenhá-lo: é só seguir as dicas que Ele mesmo deixa por aí e que os outros nos dão, sem descartar o fundamental conhecimento de si mesmo. Por isso nossa vocação é tão importante, pois só quando vivermos por ela e encontrarmos a nossa particular, estaremos encontrando, na verdade, a nossa felicidade verdadeira.
[Autor: Vinícius Lauriano Ferreira]
“Um sonho pelo qual não lute, pode assombrá-lo pelo resto da vida!”